Produtos Juniper Networks são os mais adequados para automatizar, diz veterano da indústria

Publicado em Automação, Infográficos, por Juniper em 06/12/2016


Um blog publicado recentemente pelo respeitado (e independente) veterano da indústria Ivan Pepelnjak, consultor-chefe de tecnologia da NIL Data Communications, resumiu as exigências de automação que incluiria em uma RFP (do inglês request for proposal ou solicitação de propostas), documento que lista as especificações técnicas detalhadas daquilo que a empresa compradora precisa. Pepelnjak identificou oito áreas específicas e verificou quantos fornecedores poderiam atender a cada um desses requisitos, concluindo que a Juniper é a única que atende todos eles:

 

  • On-device APIs para ler/escrever configuração e dados operacionais. API é a sigla em inglês para “interface de programação de aplicação”. Uma API do tipo on-device (ou seja, no dispositivo) permite aos desenvolvedores criar aplicações web que interagem diretamente com o hardware, possibilitando uma interação melhor com a web do que a oferecida pelos navegadores padrão.
  • Dados operacionais estruturados para facilitar a análise programática.
  • Dados estruturados de configuração de dispositivos para facilitar a análise.
  • Mudanças detalhadas na configuração (conhecidas como mudanças atômicas) para evitar atualizações parciais.
  • Troca completa da configuração, o que facilita o uso de templates.
  • Possibilidade de restauração da configuração original (rollback) para minimizar riscos.
  • Análise diferencial da configuração para simplificar aprovações manuais.
  • Modelos de dados que sejam padrão da indústria para configurações.


Steve Liput, gerente sênior da Juniper Networks para marketing de telecom, cabo e nuvem na região EMEA (sigla em inglês para Europa, Oriente Médio e África), criou um infográfico que mostra claramente o que os provedores de serviços deveriam exigir no seu próximo RFP.
 


Hoje, diz Liput, ocorrem grandes mudanças na indústria de redes, muito em função da SDN (rede definida por software, na sigla em inglês) e da NFV (sigla em inglês para virtualização das funções de rede). Mas a maior preocupação das empresas tem um nome só: produtividade. “Há ferramentas para resolver o problema”, afirma Liput e garante que a mais eficiente delas atende pelo nome de automação. Mas por que automação é tão importante? Porque é o único caminho pelo qual a indústria de redes pode escalar no longo prazo. No mercado, muito se fala sobre o custo dos desafios enfrentados por provedores de serviços e sobre o crescimento da nuvem. Uma das maiores diferenças entre os provedores é o nível de automação.


Provedores de serviços baseados na nuvem não sofrem as limitações de infraestruturas legadas. Por isso, usaram esse fato para pensar em como operar redes de outro jeito, inclusive no mundo da TI. Embora usem muitos dos mesmos produtos, protocolos e arquiteturas que os demais prestadores de serviços, os provedores baseados na nuvem são capazes de atingir níveis muito mais altos de automação. “Isso lhes dá uma vantagem competitiva difícil de superar”, diz Liput.


Análise recente da consultoria IDC mostra que a transformação da rede (isto é, com a automação) possibilita às empresas auferir significativos (e quantificáveis) ganhos, que podem chegar, anualmente, a 14.716 euros por cada grupo de cem usuários. A maior contribuição para esse ganho vem de gerenciamento, planejamento e suporte da rede.


O conjunto da indústria de redes está no meio de uma mudança em direção à automação – um movimento inexorável, assegura Liput. E a importância da automação não está apenas na SDN e na NFV. Também está em ferramentas técnicas que atuam no underlay da rede, configurando a base dessas tecnologias. A Juniper sempre reconheceu o valor da automação e das interfaces abertas no sistema operacional de seus produtos. A automação envolve diferentes tecnologias e será implementada de distintas maneiras em praticamente todas as redes. Então, pergunta o executivo, o que uma empresa precisa fazer para automatizar a sua rede? Precisa de uma plataforma que seja construída para a automação, responde. “Essa plataforma é o Junos, o sistema operacional que está na base todos os produtos Juniper Networks”, explica Liput.


Leia também
Blog de Pepelnjak
Retorno sobre investimento em soluções Juniper ultrapassa a marca de 300%
Quase 60% das empresas do mundo adotarão SD-WAN nos próximos dois anos
Para entender uma SD-WAN
Provedores de serviços podem aumentar receitas com a SD-WAN sem abandonar IP MPLS VPN

 

 


Tags: Automação, SDN, NFV, Junos, Produtividade, IDC, Steve Liput, Ivan Pepelnjak, Serviços, Nuvem, RFP, Requisitos, Proposta técnica


Tags: automacao, sdn, nfv, junos, produtividade, idc, steve-liput, ivan-pepelnjak, servicos, nuvem, rfp, requisitos, proposta-tecnica


Posts Relacionados


Deixe seu comentário:

=