Fusión: uma operação de sucesso na Telefónica de España.

Publicado em Automação, Segurança, Últimas notícias, por Juniper em 04/10/2016


Em 2015, a Telefónica de España começou a transformar a topologia de sua rede com o Projeto Fusión, que cria uma plataforma totalmente IP e permite à operadora oferecer seus serviços numa única infraestrutura de rede, sejam eles fixos, móveis, TV ou dados, independente da tecnologia de acesso, seja xDSL, rádio, cobre ou fibra óptica. “O IP passa a ser a própria coluna vertebral da operação acessando o core da rede, os ativos de comunicação e a tecnologia da informação”, explica Marcos Garcia Villas-Bôas, diretor sênior de Vendas da Juniper Networks para a Telefónica nas Américas e Country Manager Brasil.
 

O protocolo IP permite acesso mais qualificado ao cliente, o que torna as atividades de uma operadora semelhantes às de OTTs (do inglês over-the-top content ou, numa tradução livre, “conteúdo por cima”) como Facebook ou Google. “A rede IP seria como o sangue que bombeia todo o sistema do provedor de serviços”, compara Villas-Bôas.


Em operadoras que têm várias redes, o IP unifica a infraestrutura, tornando-a escalável para assegurar a fluidez de um tráfego que continua a crescer por volta de 40% ao ano em todo o mundo, informa o executivo. A Telefónica iniciou esse processo na Espanha, onde os níveis da rede IP foram reduzidos de sete para quatro, depois na Alemanha em 2016 e deve fazer o mesmo em todas as suas subsidiárias. “É uma operação de sucesso em termos de funcionalidade e redução de custos operacionais”, acrescenta.


Capacidade de 32 Tbps


O Projeto Fusión é baseado na linha MX da Juniper Networks. Um dos equipamentos da Série, o MX2020, provê à operadora uma capacidade multi-terabit de roteamento IP/MPLS e permite o encaminhamento de tráfego das diversas regiões metropolitanas atendidas pela rede com os pontos de troca de tráfego de internet.


“O objetivo da Juniper Networks é levar os clientes a automatizar suas operações e ganhar escalabilidade na infraestrutura, o que pode reduzir os custos operacionais em até 30%, afirma Villas-Bôas. Os chips da empresa, destaca, são os mais potentes do mercado. No caso do MX2020, sua capacidade pode chegar aos 32 Tbps por equipamento.


Além disso, o fato de a Juniper basear seus sistemas em um único software – o Junos – simplifica as operações e traz economia. De seu lado, o NorthStar da Juniper automatiza as operações e reduz a complexidade do gerenciamento e do provisionamento. Em poucas palavras, o cliente utiliza menos equipamentos dotados de maior inteligência, corre menos riscos e ganha mais redundância.

“Hoje, com a inteligência que estamos trazendo para as redes, seremos capazes de provisionar as redes não mais a 50% da capacidade teórica, padrão de mercado, mas a 70% a 80% da capacidade teórica, trazendo um ganho operacional significativo. Só assim poderá ser atendida a demanda de dados que todos nós sofremos”, comenta.


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