Como criar nuvens híbridas com facilidade e segurança

Publicado em Segurança, Cloud, Artigos, por Juniper em 18/12/2016


Por Jonathan Davidson*


Antes, era complicado manusear um videocassete. No futuro, alguém poderá dizer que era impossível migrar aplicações para a nuvem. Hoje, a maior parte dos sistemas operacionais de TI da Juniper Networks está na Amazon Web Services, proporcionando agilidade e menores custos operacionais.


Meus pais gostavam de alugar filmes e gravar shows, mas não queriam saber de mexer no dispositivo. Era eu que programava o aparelho para gravar um programa. Tempos atrás, não era fácil para o consumidor interagir com a tecnologia. No futuro, alguém dirá que era difícil a interação com a nuvem. Mas, os benefícios de incluir a nuvem em uma estratégia IP são fáceis de entender: a tecnologia reduz custos, proporciona acesso ilimitado e oferece alta capacidade de computação, por exemplo. Segundo o estudo “Market Trends: Cloud Adoption Trends Favor Public Cloud with a Hybrid Twist”, do Gartner (agosto de 2016), 92% das empresas entrevistadas planejam utilizar a nuvem híbrida até o final de 2017.


Mas há diferenças entre planejar e colocar em prática. Os planos podem se situar entre a inércia causada pelo medo, a incerteza e um caminho de aprendizagem doloroso. De acordo com a pesquisa da consultoria IDC “Multi-Client Report: Enterprise Cloud Connect”, de 2015, os fatores que mais inibem os serviços de nuvem são segurança, confiabilidade e governança operacional. Se o plano do usuário final virar realidade, conectar-se à nuvem deve ser mais simples e seguro, sem a necessidade de gastar esforços e conhecimentos extras para chegar lá.


A visão e o compromisso da Juniper Networks para simplificar e garantir a segurança da nuvem têm norteado a sua inovação. Esse percurso começa com a tradição: há 20 anos a Juniper constrói redes globais seguras e carrier-grade. Essa tradição foi renovada quando a companhia trouxe a rede para a era da nuvem. Portanto, quando se trata de operar seus próprios negócios, a política Juniper é de “cloud first” (primeiro a nuvem).


Em 2015, a Juniper anunciou a parceria com a Amazon Web Services (AWS). Com isso, a maior parte dos sistemas operacionais Juniper de TI migrou para a AWS. No vídeo, Gary Clark, CTO de TI da Juniper Networks, explica como a abordagem que a companhia usou com a arquitetura de nuvem híbrida se traduziu em mais agilidade e menores custos operacionais. Para uma empresa que tem uma infraestrutura estabelecida de TI é mais difícil migrar para a nuvem. Ao contrário do que ocorre com companhias que “nasceram na nuvem”. Implantar a nuvem deveria ser mais fácil e o mercado precisa oferecer melhores produtos de rede para fazer essa conexão. Por isso, a Juniper se comprometeu a produzir plataformas de software líderes de mercado, aperfeiçoando ainda mais suas soluções, como a vMX e vSRX.


Agora, as funções das duas plataformas estão no AWS MarketPlace. Ambas são projetadas para simplificar o uso de serviços de nuvens virtuais privadas e estão integradas ao portfólio de soluções da Juniper. Elas são oferecidas como uma Amazon Machine Image (AMI) gerenciada e que permite aos clientes lançá-las e utilizá-las pré-configuradas em questão de minutos. Uma vez lançadas, as plataformas vMX e vSRX operam exatamente como os roteadores Juniper da Série MX e firewalls da Série SRX. Quando esses equipamentos são usados, a nuvem da AWS aparece como um outro nó seguro na rede corporativa, totalmente gerenciável por meio de um simples painel. Clientes AWS podem, imediatamente, beneficiar-se do roteamento virtual da Juniper e/ou de funcionalidades de segurança para balanceamento de carga.


Fazer o roteamento com o vMX automatiza implementações multirregionais, proporciona alta disponibilidade para aplicações no cliente com failover automático e agiliza o desenvolvimento dos serviços. O vSRX permite ampliar a própria arquitetura de segurança do cliente no ambiente de nuvem. Qualquer política de defesa usada nos SRX, quando utilizados na rede corporativa existente, é facilmente colocada no vSRX na nuvem sem comprometer a segurança. A arquitetura inteira é unificada na solução de rede segura definida por software (SDSN, na sigla em inglês). Por exemplo, as soluções Spotlight Secure, Sky ATP e Security Director podem ser aprimoradas para adquirir inteligência em tempo real, proteção avançada contra riscos e operações automatizadas.


A colaboração entre a AWS e a Juniper ajuda a diminuir a barreira de entrada na nuvem. As duas empresas conseguem migrar para a nuvem os serviços e aplicações de TI existentes em suas infraestruturas. Esse processo, de total confiabilidade e com governança operacional completa, ajudou a Juniper a olhar para a nuvem como usuária e como desenvolvedor.


* Jonathan Davidson é vice-presidente executivo e gerente geral da Juniper Development and Innovation (JDI)


Leia também
Segurança na era da computação em nuvem 

 


Tags: Nuvem, Amazon Web Services (AWS), Segurança, Redes, SDN, vSRX, Sky ATP, Security Director, SDSN, Virtualização


Tags: nuvem, amazon-web-services-aws, seguranca, redes, sdn, vsrx, sky-atp, security-director, sdsn, virtualizacao


Posts Relacionados


Deixe seu comentário:

=