Com a nuvem híbrida é possível reduzir custos e ganhar agilidade

Publicado em Automação, Artigos, Cloud, por Juniper em 30/08/2016


As exigências do mercado, que norteiam a maioria das decisões empresariais relacionadas a tecnologia, podem ser resumidas no conceito de Custo-Risco-Agilidade (CRA). Esse conceito ajuda a ilustrar o valor da nuvem híbrida, uma das questões mais polêmicas no mundo de TI, como avalia Harpreet Geekee, CTO e diretor-gerente sênior da Juniper Networks para a indústria global de serviços financeiros. Em artigo publicado recentemente, Geekee não só aponta os benefícios do conceito, como explica porque a Juniper é a única companhia capacitada a resolver alguns dos desafios da nuvem híbrida.


Os benefícios da computação em nuvem, tanto do ponto de vista de custos, como de agilidade, são convincentes e simples. O custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês) é bastante reduzido em um ambiente de nuvem, tanto via economia de capital (porque a necessidade de comprar hardware é minimizada) como nas despesas operacionais. Os ganhos de agilidade também são significativos, já que a empresa dispensa sistemas legados.


Os desafios específicos para empresas de serviços financeiros se concentram no fator risco, diz Geekee. A nuvem pública raramente é considerada aceitável para certas necessidades empresariais, exceto quando se trata de aplicações voltadas ao cliente. A nuvem permite o roteamento inteligente por meio de redes públicas ou privadas para otimizar os benefícios de cada um desses cenários.

 

Cada jurisdição – nacional ou local – tem seu próprio conjunto de exigências para a guarda de dados, sua integridade, resiliência e encriptação, e como eles podem ser compartilhados por limites físicos. Isso é um sério obstáculo para bancos multinacionais e globais e mesmo para organizações geograficamente dispersas, que possuem locais separados, dedicados a responder aos clientes, ao processamento de empréstimos, etc.


Para as organizações financeiras é indispensável fazer um balanço criterioso entre nuvens públicas e privadas para encontrar modelos que contribuam tanto para diminuir os riscos como para baixar os custos. E os riscos são muitos: além do phishing de dados e outros riscos notórios, agora há, por exemplo, um tipo de malware (ransomware) que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra “resgate” para o restabelecimento do acesso.


As obrigações das empresas de serviços financeiros ficam ainda mais complicadas com as regulamentações sempre mutantes e geograficamente diferentes. Assim, por exemplo, se as leis da Alemanha são diferentes das aplicadas nos Estados Unidos, isso acaba criando a necessidade de negociações para resolver problemas nas operações internacionais. Bancos tiveram de arcar com multas da ordem de bilhões de dólares por não estarem em conformidade com minúsculos detalhes regulamentares. E o custo do ajuste pode, às vezes, ser maior do que a multa.


São precisamente essas questões que são respondidas pelas arquiteturas flexíveis da Juniper Networks, a MetaFabric para data center e a Software Defined Secure Networks (SDSN ou redes seguras definidas por software). Ambas consistem num modelo aberto e robusto para data center na nuvem, com base numa combinação de plataformas de roteamento, switching e segurança. A arquitetura possibilita a colocação de firewalls em qualquer ambiente X86, o que dá aos bancos a mesma flexibilidade de localização de que desfrutam em suas nuvens privadas. Mais: permite que tenham, na nuvem, as mesmas políticas que adotam internamente.


Outros provedores começaram a oferecer às empresas de serviços financeiros sistemas que atendem a demandas específicas de um determinado país. Embora tais ofertas possam ser efetivas genericamente, a maioria dos bancos multinacionais necessita implementar restrições específicas e customizadas que vão além de mandatos formais (por exemplo, rotinas únicas para transações através de certos pares de países). A automação da Juniper Networks resolve as questões relacionadas ao estoque de serviços financeiros e, como se não bastasse, ainda proporciona aos clientes do setor a flexibilidade de implementar as suas próprias rotinas.


“Uma solução em nuvem não pode complicar ainda mais o ambiente de conformidade regulatória dos serviços financeiros, que já é bastante complexo”, conclui Geekee. “Acreditamos que a velocidade não pode ser obtida ao preço de riscos adicionais e que a SDSN da Juniper Networks pode atingir os dois objetivos: velocidade e redução de riscos.”

 

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