Área de serviços profissionais da Juniper cresce com novas tecnologias

Publicado em Automação, Virtualização, por Juniper em 13/04/2016


A Juniper Networks vem se preparando para a migração de hardware para software. Com isso, a companhia espera um crescimento natural da área de serviços profissionais, além de ampliar suas vendas de soluções de automação. “Trabalhamos para que nossos parceiros de serviços se adaptem a essa nova realidade e forneçam inovações aos seus clientes, com tecnologias de ponta, computação em nuvem, automação e serviços de alta complexidade”, afirma o diretor de serviços e suporte ao cliente da Juniper Networks, William Rodriguez, que responde pelas operações da companhia na região Cala – Caribe e América Latina.

O foco maior da área de serviços, destaca Rodriguez, é ajudar os parceiros e assegurar que as soluções Juniper Networks sejam implementadas de acordo com os requerimentos, as funcionalidades e atendendo as necessidades dos clientes. “Hoje em dia as soluções são mais complexas e nossos parceiros têm, cada vez mais, desafios para implementar as soluções. É onde entra a Juniper com seus serviços profissionais.”

Um passo importante nesse sentido foi a desagregação do seu sistema operacional: o Junos. Basicamente, com o modelo de negócios de hardware para software, a Juniper abre portas para que seus clientes possam comprar o Junos e rodá-lo em qualquer hardware. O crescente uso de soluções virtualizadas também vai colaborar com o desenvolvimento da área de serviços profissionais, de acordo com o executivo.

Recentemente, a Juniper apresentou uma série de inovações em virtualização, como o roteador Virtual MX (vMX) e o firewall Virtual SRX (vSRX). O primeiro permite combinar redes físicas e virtuais, criando um ambiente comum para a operação de roteadores virtuais e físicos. Assim, os investimentos em redes podem ser realizados em função do crescimento da receita. Já o Firewall Virtual SRX (vSRX) é um equipamento de segurança para ambientes virtualizados com as mesmas vantagens do vMX e capaz de permitir que o tempo de ativação de um firewall seja muito baixo. Outra plataforma é o Cloud CPE, que possibilita aos provedores de serviços hospedar as funções na nuvem distribuída (NFV – virtualização das funções de rede) e oferecer aos clientes um produto customizado e de baixo custo, além de permitir colocar novos serviços tanto dentro da casa ou escritório do usuário, quanto na nuvem sobre uma plataforma x86.

Rodriguez ainda destaca que tecnologias como SDN – redes definidas por software e de virtualização demandam um conhecimento amplo para a implementação e garantia de qualidade de serviço. Por isso, soluções descentralizadas são fundamentais para assegurar o desempenho da rede. Caso do Contrail da Juniper, uma plataforma completa de orquestração que faz ativação dos serviços com mais agilidade e os gerencia na rede virtual com segurança. A solução traz significativas reduções de Opex e Capex, à medida que o tempo gasto para implementar novos serviços é muito menor e a ativação depende apenas de recursos computacionais, já que ela enxerga todas as características da rede, permitindo otimizá-las.  

O foco para a área de serviços profissionais, segundo o executivo, é colaborar com os parceiros e garantir que as soluções da companhia sejam implementadas de acordo com as necessidades de cada cliente. Isso porque as infraestruturas de rede estão cada vez mais complexas e demandam alta capacidade de tráfego de voz, vídeo e dados. “O objetivo da Juniper é apoiar os parceiros para que eles possam fornecer aos seus clientes uma infraestrutura completa, integrada, segura e confiável, com serviços avançados e de manutenção”, completa o executivo. Em conjunto com os seus parceiros, a Juniper pode disponibilizar o planejamento, desenho, implantação e operação da rede.

O executivo revela que a companhia está trabalhando num serviço baseado em um portal onde os clientes poderão verificar o desempenho de suas redes e operações, além de medir a performance da infraestrutura. Esse é mais um passo da Juniper em direção à automação, agora envolvendo também a operação da rede. “O cliente terá uma visão integrada de como a sua infraestrutura de rede está funcionando, com acesso a toda a capacidade do Junos e recursos como data base, gráficos, medições e indicações de falhas”, finaliza.
 

 


Tags: Automação, Junos, Desagregação do Junos, Virtualização, SDN, Infraestrutura de Rede, Contrail, Virtual MX, Virtual SRX


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