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A WZTECH optou pelo Contrail Juniper Networks

Publicado em Parceria, por Juniper em 26/10/2016


 

Uma palavra poderia ser a síntese da inovação constante que caracteriza o mercado de tecnologias da informação: ruptura. E, nisso, a integradora WZTECH não ficou para trás, assegura o CEO Giuliano Cardozo Medalha. “O aparecimento de plataformas como o Contrail SDN, da Juniper, representa um novo paradigma, uma nova maneira de fazer negócios”, diz ele. “Significa uma quebra do modelo tradicional baseado em caixas. Com o Contrail, a WZTECH pode desmistificar conceitos muitas vezes incompreensíveis, como nuvem, orquestração, automação, transformando-os em produtos.”


O Contrail SDN é uma plataforma formada por um conjunto de softwares para entregar soluções de NFV (Network Function Virtualization), que permitem aos parceiros da Juniper em todo o mundo produzir sistemas personalizados para o cliente.


A WZTECH Networks é uma startup de tecnologia, que integra e desenvolve soluções de infraestrutura de comunicação, voltadas para aplicações avançadas de dados, além de prover conectividade, segurança, mobilidade, alta disponibilidade, gerenciamento, orquestração e automação dos elementos de rede. A empresa dimensiona a infraestrutura de rede oferecendo a solução fim a fim: projeto, venda, implantação, suporte e programas de melhoria continua para expansão e substituição tecnológica.

A transformação a que se refere Medalha não ocorre do dia para a noite. Mas, na Futurecom 2016, realizada em São Paulo de 17 a 20 de outubro, a WZTECH simulou a interligação, via data center, de duas filiais geograficamente separadas de uma empresa, através de links 4G de duas operadoras diferentes. “Foi feita a conexão via internet convencional, na mesma rede, como se fosse um túnel de camada 2”, explica o engenheiro Leandro Gonçalves, da subsidiária brasileira da Juniper Networks, “estabelecendo uma comunicação transparente entre sucursais, com a possibilidade de se oferecer serviços dinâmicos, tudo orquestrado pelo Contrail.”


A solução foi demonstrada em dois CPEs (equipamentos do assinante) e com uma aplicação de automação (em nuvem, que roda em dispositivos móveis) desenvolvida pela própria WZTECH. Com todo o provisionamento realizado pelo Contrail, o usuário pode contratar serviços virtuais de firewalls, antivírus, antispam, balanceadores de carga, telefonia IP, entre outros. Em poucas palavras, a WZTECH oferece o sistema ao provedor de serviços de internet, que monta o seu portal com a oferta dos serviços prestados que passam a ser disponibilizados aos seus assinantes.


“A receptividade do sistema foi melhor do que a esperada”, observa Medalha, informando que a integradora atua no país todo e o mercado que atende é constituído, em sua grande maioria, por provedores de internet de pequeno, médio e grande porte. Na medida em que o preço do link vem caindo, os clientes da integradora procuram se diferenciar com a oferta de serviços de valor agregado, que podem funcionar tanto sobre na internet convencional como na rede de acesso do próprio cliente. Hoje, uma empresa como a WZTECH fica diante de um “falso” dilema: ir pelo caminho do software ou ficar na caixa convencional, que está virando uma commodity. No futuro, segundo Medalha, a CPE será um servidor com capacidade de virtualização, operando em plataforma aberta igualmente virtual, cujos serviços serão contratados no modelo pay per use, formando um sistema inteiramente orquestrado.

 

 

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Tags: Futurecom, Contrail, Operadoras, CPE, SDN, NFV, Provedor de internet


Tags:  futurecom, contrail, operadoras, cpe, sdn, nfv, provedor-de-internet


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