A importância das ferramentas de automação

Publicado em White Papers, Automação, Segurança, Data Center, por Juniper em 02/10/2016


Na era da nuvem é importante que os serviços de rede sejam virtualizados e distribuídos. As empresas precisam de liberdade para lançar novos serviços sob demanda e não devem ser impedidas pela implementação ou compra demorada de dispositivos, quando a necessidade é lançar um serviço com agilidade. Por isso, movimentos, acréscimos e alterações da infraestrutura de rede devem ser inteiramente automatizados, como mostra a segunda parte do estudo da Tech Target, feito para a Juniper Networks.


A automação da rede possibilita ao usuário ser mais ágil e menos sujeito a erros humanos em tarefas comuns que eram tipicamente realizadas via processos manuais, como o provisionamento de um novo switch. Também são necessárias ferramentas de orquestração que permitem integrar de modo centralizado a automação com todos os demais elementos do data center. Se, por exemplo, for adicionado um servidor à rede ou um novo dispositivo de armazenamento, as alterações na configuração devem ocorrer automática e imediatamente. Vários pontos precisam ser considerados na avaliação de ferramentas de automação e orquestração.


É necessário utilizar a automação e a orquestração em todos os estágios do ciclo de vida da infraestrutura: teste e automação; construção e implantação; operações e manutenção; auditoria e resolução de problemas. As soluções adotadas devem dar ao usuário a opção de instalar ferramentas de orquestração como OpenStack e CloudStack, mesmo que ele ainda não use essas tecnologias. As escolhas também precisam suportar soluções SDN e NFV de vários fabricantes, além de contarem com segurança integrada para que, ao incluir um novo firewall, por exemplo, não seja necessário recorrer a processos manuais.


O usuário quer uma arquitetura de rede mais virtualizada, distribuída e aberta, que lhe permita responder rapidamente às demandas dos negócios por meio de recursos compartilhados e gerenciamento centralizado com ferramentas abertas de automação e orquestração. Nesse caso, as considerações-chave são: acabar com as camadas de agregação para simplificar a arquitetura da rede; ter flexibilidade para suportar o crescimento futuro, compatibilidade com a infraestrutura legada para proteger o investimento quando as necessidades aumentam; capacidade para gerenciar toda a rede, como se ela fosse um único switch; conectividade integrada com qualquer arquitetura que já tenha sido implantada na rede; e arquitetura aberta.


Resumindo, a rede não pode dificultar a inovação. Ao contrário, ela deve possibilitá-la. Olhando para o futuro, os responsáveis por decidir sobre as áreas de TI precisam investir nas tecnologias certas e ter uma clara visão de evolução de redes para a próxima geração de data centers e de nuvem.  


Com arquiteturas abertas, switches baseados tanto em chips customizados como de mercado, ferramentas de automação e orquestração novas e emergentes e soluções de gerenciamento integradas para analytics e telemetria, a Juniper possibilita à TI ser proativa na resolução de problemas em tempo real. Além disso, suas soluções fornecem um caminho simples para SDN e NFV e que também são parte de um modelo abrangente para uma única rede fim a fim, que suporta um multidata center e um ambiente multinuvem para as necessidades atuais e futuras.


Para ler o estudo completo (em inglês) clique aqui.
 

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Tags: Automação, Orquestração, OpenStack, SDN, NFV, Data Center, CloudStack, Redes Abertas, Segurança, Nuvem


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